Home B-Active Explica Dicas e artigos

    Dicas e artigos

    Exercício físico e o controle da pressão arterial

    09.02.2017

    Fonte : Revista Brasileira de Medicina do Esporte (RBME)

    O exercício físico provoca uma série de respostas fisiológicas, resultantes de adaptações autonômicas e hemodinâmicas que vão influenciar o sistema cardiovascular. Diversos estudos demonstraram o seu efeito benéfico sobre a pressão arterial. Sendo a hipertensão arterial sistêmica uma entidade de alta prevalência e elevada morbimortalidade na população, o exercício físico tem importante papel como elemento não medicamentoso para o seu controle ou como adjuvante ao tratamento farmacológico.

     

    Rev. bras. med. esporte; 10(6): 513- ‘ LILACS ‘ ID: lil-398540

    Reeducação proprioceptiva nas lesões do ligamento cruzado anterior do joelho

    21.12.2016

    Fonte : Revista Brasileira de Ortopedia

    A reeducação proprioceptiva do joelho tornou-se imperativa nas lesões do ligamento cruzado anterior (LCA), uma vez que, após a lesão, há necessidade de se desenvolver uma capacidade adaptativa dos numerosos mecanorreceptores que existem no joelho, para fornecer ao sistema nervoso central informações de posição, movimento e stress articular. Os autores deste trabalho divulgam um método de reeducação proprioceptiva aplicado em 247 pacientes com lesão do LCA e secundariamente apresentam uma técnica de avaliação proprioceptiva. Enfatizam a importância desse método no processo de reabilitação de pacientes com lesão do LCA, com ou sem reconstrução. O objetivo é devolver a esses pacientes a habilidade, agilidade e confiança, através do aumento da velocidade da resposta de defesa e da estabilidade articular. Como dado subjetivo, relatam a perda do medo que os pacientes adquirem quando da lesão.

     

    Rev Bras Ortop. – Vol, 29, Nº 5

    Efeito transiente de exercícios de flexibilidade na articulação do quadril sobre a marcha de idosas

    14.12.2016

    Fonte : Revista Brasileira de Medicina do Esporte (RBME)

    A marcha é a atividade mais comum que o ser humano realiza, sendo uma habilidade motora fundamental para a locomoção. Contudo, o processo do envelhecimento é caracterizado pela redução gradativa da eficiência do aparelho locomotor, que ocorre pela diminuição da força e da massa muscular, assim como diminuição na flexibilidade. O estudo objetivou verificar o efeito transiente de uma sessão de exercícios de flexibilidade dos músculos extensores e flexores do quadril sobre a marcha de indivíduos idosos. Cinco idosas (67,0 ± 3,8 anos; 1,59 ± 0,07 m; 64,3 ± 15,3 Kg) voluntariaram participar do estudo. A marcha dos sujeitos foi analisada antes e depois dos exercícios de flexibilidade. O protocolo consistiu em uma sessão de três séries de exercícios de flexibilidade de 30s do método estático, feitos para os músculos flexores e extensores da articulação do quadril. Após a sessão de flexibilidade, a marcha das participantes apresentou menor pico de inclinação anterior da pelve, maior pico de extensão e amplitude total de movimento da articulação do quadril, maior amplitude de movimento do joelho com maior ângulo de flexão durante a fase de balanço médio e maior altura de separação do pé ao solo (aumento esse de 28,6 por cento). Os resultados mostram que imediatamente após a sessão dos exercícios de flexibilidade as mulheres idosas apresentaram mudanças no padrão da marcha nos quais algumas variáveis sugerem uma redução no risco de quedas. Os efeitos da idade sobre determinadas variáveis foram parcialmente revertidos e as participantes apresentaram um padrão da marcha mais similar aos adultos jovens que antes dos alongamentos.

    Efeito transiente de exercícios de flexibilidade na articulação do quadril sobre a marcha de idosas

    Cristopoliski, Fabiano; Sarraf, Thiago Augusto; Dezan, Valério Henrinque; Provensi, Cléver Luiz Gregolin; Rodacki, André Luiz Félix.

     

    Rev. bras. med. esporte;14(2):139-144

    Exercício físico e síndrome metabólica

    14.12.2016

    Fonte : Revista Brasileira de Medicina do Esporte (RBME)

    A prática regular de atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, como o American College of Sports Medicine, os Centers for Disease Control and Prevention, a American Heart Association, o National Institutes of Health, o US Surgeon General, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, entre outras. Estudos epidemiológicos têm demonstrado relação direta entre inatividade física e a presença de múltiplos fatores de risco como os encontrados na síndrome metabólica. Entretanto, tem sido demonstrado que a prática regular de exercício físico apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade. Com isso, o condicionamento físico deve ser estimulado para todos, pessoas saudáveis e com múltiplos fatores de risco, desde que sejam capazes de participar de um programa de treinamento físico. Assim como a terapêutica clínica cuida de manter a função dos órgãos, a atividade física promove adaptações fisiológicas favoráveis, resultando em melhora da qualidade de vida.

     

    Rev Bras Med Esporte [online]. vol.10, n.4, pp.319-324. ISSN 1517-8692

    Propriocepção de joelho em jovens e idosas praticantes de exercícios físicos

    18.11.2016

    Fonte : Revista Fisioterapia e Pesquisa USP

    A propriocepção é um mecanismo neuromuscular que descreve informações neurais originadas nas articulações, músculos e tendões. Este estudo verificou a propriocepção de joelho em jovens e idosas praticantes de exercícios físicos. Participaram do estudo 44 mulheres – 22 idosas (média de idade 69,4 anos) e 22 jovens, idade média 22,5). A propriocepção foi avaliada pelo senso de posição articular, sendo a participante solicitada a reposicionar o membro inferior dominante previamente estendido ou flexionado pelo avaliador. Os ângulos de flexão e extensão do joelho foram sorteado, utilizando-se nos testes um goniômetro fixo à perna da participante. Considerou-se como variável o valor absoluto do erro, isto é, a diferença em graus entre o ângulo proposto e o ângulo reproduzido pela avaliada. Os dados foram tratados estatisticamente, com nível de significância de p<0,05. A média de erro das idosas foi 6,75±3,01º e, das jovens, 5,73±4,24º, não havendo diferença estatisticamente significativa (p=0,249) entre os grupos. Concluiu-se que, apesar da propriocepção sofrer um declínio com a idade, possivelmente devido à prática de exercícios físicos o grupo de idosas apresentou resultados similares ao das jovens, sugerindo que a prática de exercícios físicos constitui uma estratégia benéfica para atenuar o declínio provocado pelo envelhecimento.

     

    Propriocepção de joelho em jovens e idosas praticantes de exercícios físicos

    Danielle Ledur Antes, Andressa Ribeiro Contreira, Juliana Izabel Katzer, Sara Teresinha Corazza

     

    revistas.usp.br, v.16 – n.4

    Atividade física na prevenção e na reabilitação do câncer

    14.11.2016

    Fonte : MOTRIZ - Revista de Educação Física - UNESP

    O câncer é, na atualidade, a segunda maior causa de morte em nosso país, Estados Unidos e Europa. Embora a herança genética seja um fator de grande relevância, sedentarismo e estilo de vida irregular têm contribuído para a incidência crescente dessa doença. No presente estudo é revisada a literatura referente às recomendações de exercício na prevenção, no tratamento e na reabilitação de pacientes com câncer, incluindo aspectos nutricionais e relativos ao controle de peso. São fortes as evidências da contribuição da atividade física nas diferentes fases da doença e de seu tratamento. No período de diagnóstico e pré-tratamento, o indivíduo tem na condição física o suporte para enfrentar a terapia. Na reabilitação, favorece a preservação das capacidades físicas e a retomada das atividades cotidianas. É durante o tratamento que a atividade parece ter maior importância, atenuando a fadiga crônica e a caquexia, aumentando a eficiência metabólica e energética do corpo, reduzindo assim a ação dos carcinógenos.

    Atividade física na prevenção e na reabilitação do câncer – Wellington Pedroso, Michel Barbosa Araújo, Eliane Stevanato – Departamento de Educação Física – Universidade de Taubaté UNITAU – Motriz, Rio Claro, v.11 n.3 p.155-160

     

    Motriz, Rio Claro, v.11 n.3 p.155-160

    A prática de exercícios físicos regulares como terapia complementar ao tratamento de mulheres com depressão

    27.07.2015

    Fonte : Jornal Brasileiro de Psiquiatria

    A depressão é um transtorno de humor caracterizado por manifestações afetivas anormais que variam em relação a sua intensidade, frequência e duração na ocorrência dos sintomas que pode incluir desde sentimentos como tristeza, crises de choro, angústia e desesperança, baixa autoestima e baixa capacidade de sentir prazer, culpa, desvalia, visões pessimistas do futuro, isolamento social, perda de interesse até alterações somáticas, envolvendo o sono, apetite, atividade motora e função sexual.

    Especificamente para depressão, os dados da Organização Mundial da Saúde têm mostrado crescente prevalência nos estudos realizados ao longo dos anos, e estima-se que cerca de 5% da população mundial sofra de depressão, e o diagnóstico é duas vezes maior em mulheres que em homens, de acordo com apontamentos de Lehtinem e Joukamaa.

    Dados do Ministério da Saúde sobre a Política da Saúde Mental no Brasil referentes aos anos de 2003 a 2005 mostram que 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes, e 12% da população necessita de algum atendimento referente à Saúde Mental, seja de forma contínua, seja eventual, e como consequência 2,3% do orçamento anual total do Sistema Único de Saúde (SUS) destina-se a gastos com a saúde mental.

    Porém, atualmente, já se pode associar meios de intervenção em meio à população que auxiliam na redução com gastos em saúde pública, inclusive com os transtornos mentais, ao menos a depressão. Pesquisas têm mostrado que o exercício físico pode ser um auxiliar nas terapêuticas tradicionais, demonstrando influência positiva sobre os estados de depressão, e apontam, inclusive, que a inatividade física é um fator que tem se associado fortemente a estados variados dessa doença.

    Desta forma, o objetivo deste ensaio clínico foi analisar a efetividade da prática regular de exercícios físicos durante 12 semanas em mulheres clinicamente depressivas, tratadas pelo método convencional, com administração de antidepressivos, e verificar o impacto da interrupção do programa de exercícios físicos após 6 meses do encerramento do ensaio clínico.

    Desta maneira, o exercício físico mostrou-se um auxiliar terapêutico positivo no tratamento da depressão, mas somente sob a supervisão de uma equipe competente para a manipulação do programa de exercícios físicos. Não houve eliminação completa da psicopatologia, contudo os exercícios físicos pareceram influenciar positivamente como complemento terapêutico no tratamento da depressão, evidenciando resultados positivos quando comparados ao tratamento convencional realizado apenas com antidepressivos. No entanto, a prática regular de exercícios físicos deve ser mantida, pois após 6 meses da interrupção da intervenção com os exercícios físicos, o efeito positivo da prática de hidroginástica não se sustentou.

     

    Artigo original:http://dx.doi.org/10.1590/S0047-20852007000100007

     

    bras. psiquiatr. vol.56 no.1 Rio de Janeiro 2007 (José Luiz Lopes Vieira; Mauro Porcu; Priscila Garcia Marques da Rocha)

    Fraqueza muscular e artrose

    13.11.2014

    Fonte : ORTESP

    A artrose é a doença reumática mais freqüente que existe.  Apesar de existir uma forma de artrose generalizada (afetando várias articulações ao mesmo tempo) a imensa maioria dos pacientes desenvolve artrose de uma das seguintes articulações:  joelhos, quadril, mãos ou coluna.

    A forma generalizada da doença e a artrose de mãos têm uma importante influência de fatores genéticos. Por outro lado, a artrose de joelhos é fortemente influenciada pela força da musculatura das coxas (particularmente do quadríceps).  Assim sendo, fortalecimento muscular é tido como um passo importante na prevenção e tratamento da artrose dos joelhos.  Já para as outras formas de artrose, inclusive artrose do quadril, não possuímos uma forma eficiente de prevenção (e nem de tratamento).

    Por isso mesmo, li com bastante curiosidade um artigo publicado em março na importante revista Arthritis Care & Research. Os autores, ligados a uma universidade Australiana, fizeram uma revisão sistemática dos estudos que tentaram comparar o desenvolvimento de artrose do quadril com a força muscular de membros inferiores. A conclusão deste artigo é de que, a exemplo daquilo que é conhecida com a artrose de joelhos, a força muscular é sim um fator importante no desenvolvimento de artrose de quadril.  Segundo estes autores, pessoas com artrose em apenas um quadril possuem atrofia muscular e perda de força muscular na perna afetada quando comparada com a outra perna ou com pacientes sem artrose.

    Quais conclusões podem tirar deste estudo?  Bom, em primeiro lugar é preciso explicar que, em geral, esta correlação foi encontrada em portadores de artrose avançada.  Portanto – a fraqueza muscular aqui deve ser encarada como uma conseqüência e não causa da artrose do quadril. Portanto, este estudo não permite concluir que fortalecimento muscular das pernas previna a artrose de quadril da mesma forma que previne a artrose de joelhos.  No entanto, os achados ainda têm conseqüências importantes.

    A atrofia muscular de pacientes com artrose no quadril atrapalha muito a recuperação, depois de colocação de prótese. Da mesma forma, esta atrofia  está relacionada com perda óssea (osteopenia) do quadril e mair facilidade de fraturas. Portanto, o tratamento da artrose do quadril deve levar em conta a necessidade de recuperação da massa muscular do membro afetado.

     

    http://ortesp.com.br/artigos-e-entrevistas-drfabiano/artrose-e-a-doenca-reumatica-articular-mais-frequente-nos-consultorios-medicos

    Medicina avança no tratamento de Alzheimer

    01.07.2014

    Fonte : IBGE

    De acordo com o IBGE, em 25 anos a população idosa no Brasil será superior a 30 milhões, o que é claro, se é uma boa notícia por um lado possibilita também o crescimento de doenças neurocognitivas como o Alzheimer.

     

    IBGE

    O que as pessoas pensam sobre exercícios?

    03.06.2014

    Fonte : Arthritis Care & Research

    Quem pratica exercícios não tem dúvida dos seus benefícios. Mesmo quem não pratica, em geral tem consciência da falta que o exercício faz.  No entanto, no meu dia a dia o mais difícil é convencer pessoas com dor em joelhos da necessidade de exercícios de fortalecimento.

    Portadores de artrose de joelhos têm dor.  Quando são sedentários e tentam iniciar uma atividade física não orientada têm mais dor e desistem.  Querem uma medicação que resolva o problema e que previna a evolução. Porém, nenhuma medicação é tão eficiente no tratamento e prevenção da artrose de joelhos, quanto o fortalecimento muscular.

    Um artigo publicado na revista Arthritis Care & Research em 2012 é bastante ilustrativo.  Os pesquisadores ingleses entrevistaram 611 adultos. Eles queriam saber exatamente o que estas pessoas pensavam sobre a prática de exercícios e a resposta foi bastante indicativa: Menos de 50% acreditava no benefício do exercício para a melhora da dor nos joelhos.

    Portanto repito mais uma vez exercícios assistidos e bem orientados são o principal elemento na prevenção e no tratamento da artrose de joelhos.  É preciso mudar hábitos, sem dúvida, mas antes de tudo mudar crenças.

     

    Arthritis Care & Research

    CONVÊNIOS

    A B-Active possui inúmeros benefícios para você, por isso contamos com os melhores planos de saúde.

    schedule_buttom

    SEJA ATIVO! COMECE AGORA

    Preencha os campos abaixo para começar o melhor da experiência B-Active!